quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Missão: fazer escolhas


Decisão. Talvez seja essa palavra, uma das mais temidas no dicionário. Contudo, o que provoca medo pode não ser o fato de escolher entre uma coisa e outra. Mas sim, sofrer as consequências.
Escolher qual cor de esmalte da semana pode não ser lá tão difícil. Apesar de ser uma decisão que merece respeito (pelo menos para nós mulheres). Porém grandes decisões podem sim, ter consequências muito severas e provocar grandes desconfortos. Ter péssimas noites de sono pode ser uma reação, que castiga grande parte de nós, meros mortais.
Não sei ao certo se o medo que sentimos, quando passamos por esse tipo de situação, deva ser tão intenso. Afinal, escolhemos a todo o momento. A partir das aulas de Filosofia, ainda na época de faculdade, [não me recordo qual pensador] nos demos conta de constantes escolhas, como se a todo o momento estivéssemos com a faca e o queijo na mão. Isso parece louco e irreal... Como assim? É o tipo de situação “oito ou oitenta”.
Sempre que sou surpreendida [pois é sempre assim, nunca estamos preparados para fazer escolhas que podem mudar o percurso dos planos] tenho uma reação muito segura. Mas o medo de ter feito a escolha errada, claro que existe, e muito. E a insegurança é a segunda inimiga dos mortais.
Escolha, escolha e escolha. Talvez se a palavra fosse outra, não tivéssemos tantos problemas [ou não, como diz o baiano Caetano Veloso].



“O destino é uma questão de escolha”
(Augusto Cury)

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